sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Adidas Originals - Star Wars Collection

Oi povãooo..
Hoje eu vou dar um tempo na história de Dalila para montar um resumo pra quem tá perdido pq não tem tempo de ler as outras partes ok!!

Hoje eu me deparei com esse video e fiquei alucinada, pq a Adiddas lançou uma coleção de roupas e tenis da Saga Star Wars!! PARA O MUNDO QUE EU QUERO DESCER!! CARACA!!
EU QUERO EU QUERO EU QUERO EU QUERO! hauhauhauahuah..
Quem quiser ver a coleção pode acessar o site http://www.adidas.com/ pra conferir!!!

Eh lindo... muito diferente mas eu gostei!! Prefiri as roupas.. confiram!!

Bjoos e até amanhã!!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Parte 5 - Uma Importante Parte da História de Dalila

Oláááááááááááááá povão!! Como estão hoje??

Bem, hoje eu tive que acordar cedo pra colocar um aparelho que vai monitorar meu coração 24 horas, alguém já fez esse exame? - chama Holter!! Eu sei que eu to suando feito uma porca aqui no computador para continuar escrevendo essa história pra vcs e claro pra me divertir um pouco, é legal escrever!! Então, os negocinhos aquii já estão encharcados de suor.. ECUTI!! Mas fazer o que né! =X
Bem, aqui vai mais uma parte da história, espero que gostem.

-> Pra quem não leu, as outras 4 partes seguem logo abaixo nos outros posts.

Parte 5 - Uma Importante Parte da História de Dalila

Ela voltou sem pressa, pegou o elevador e chegou ao quinto andar, assim que abriu a porta do quarto se deparou com algo que ela nunca tinha imaginado que veria tão cedo na vida....

Um homem lindo, sarado, molhado e pelado andando em seu apartamento. A sorte de Henry foi ele estar “em parte” escondido atrás do abajur. Dalila chocada com aquela cena rapidamente largou as sacolas das mãos e tampou os olhos – claro com algumas frestinhas para poder dar uma espiadinha, e falou:

- WHAT THE FUCK ARE YOU DOING? – Dalila não teve tempo de pensar no que falar, saiu o que veio primeiro a sua boca. (Que merda que você está fazendo?)

Henry nesse momento já tinha alcançado a toalha no sofá para cobrir suas partes, mas para alívio de Dalila só cobriu as partes proibidas principais, deixando aquele esbelto tronco à mostra.

- Desculpe,– ele falou sem graça, começando a ficar com as bochechas vermelhas – eu esqueci a toalha aqui, e tive que sair para pegá-la!! Foi mal!!

- Bem, pelo menos você tem uma explicação plausível, e eu vi você pegando a toalha agora, por um pequeno momento eu pensei que ou você era doido ou queria ficar mostrando esse corpo por aí pra se gabar, vai saber né! – se mais alguém estivesse naquele momento poderia notar a baba quase pingando dos lábios de Dalila, era impossível tirar os olhos daqueles torneados peitorais!

Henry deu um passo na direção de Dalila e ela deu um paço para trás, como uma precaução, vai saber o que ele poderia fazer ou o que ela poderia fazer!! Ele temeroso parou onde estava e disse:

- Calma, eu não vou deixar a toalha cair novamente, só quero pegar nosso café da manhã que você deixou cair!

Dalila totalmente sem graça, deu o passo para frente novamente e se agachou junto a Henry para pegar as sacolas. E foi nesse ato, nessa cena que os dois sem querer se tocaram. Sim, pela primeira vez eles fizeram contado físico. No momento em que o dedos de Dalila tocaram os de Henry, ela o olhou, e no momento em que Henry tocou a pele de Dalila, ele a olhou. Foi um momento breve e único. Henry se levantou rapidamente com as sacolas na mão e foi colocá-las em cima da mesa. Dalila que sempre encontrava uma besteira pra falar disse:

- Sabe, você está precisando de um creminho para mão, elas estão muito secas. – pura mentira, sua pele era suave e macia.

Henry fingiu não escutar, para a raiva de Dalila.

- Vou me trocar agora, ok! Já volto pra gente comer o café da manhã.

Dalila teve que aproveitar para dar mais uma espiadinha naquele corpo, que poderia nunca mais ver. Ela colocou a mesa, se sentou e começou a passar requeijão no pão. Henry não demorou muito para sair do quarto e sentar na mesa para comer.

Eles comeram em silêncio, sem olhar um para o outro, até que a campainha tocou. Por um breve momento Dalila congelou, o que ela faria agora para explicar um homem em sua casa, e ainda o Henry Linderman!?

Ela levantou rapidamente e foi olhar quem era, para seu azar era ...



Beijos e até a próxima!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Parte 4 - Uma Importante Parte da História de Dalila

Oi povão, aqui estou eu com mais uma parte da história de Dalila, eu realmente gostei dessa parte, espero que vocês também gostem!

Parte 4 - Uma Importante Parte da História de Dalila

Eles entraram e imediatamente Dalila perguntou se ele gostaria de comer alguma coisa, beber algo. Ele só aceitou um copo com água e um comprimido para a dor de cabeça. Assim foi feito. Depois ela o levou até seu quarto e o deixou a vontade para deitar e descansar, automaticamente perguntando se ele não gostaria de tirar aquelas calças jeans, que não eram nem tão apertadas nem largonas, eram ideais para delinear seu corpo, e aquele blazer que ele usava que marcava perfeitamente seus ombros e fortes braços, Henry perguntou o que teria para ele vestir, Dalila foi até sua cômoda e tirou um short e um blusão, suas roupas preferidas para dormir e jogou para ele, aproveitando para pegar um pijama para ela dormir também. Dalila se retirou e encostou a porta para ele se trocar e poder descansar. Ela escutou alguma coisa, por isso, retornou ao quarto e deu uma espiadinha para ver se estava tudo bem, ela se surpreendeu quando novamente os olhos deles se cruzaram, um arrepio cruzou sua espinha . Ele quebrou o silêncio do momento:
- Mas e você, onde vai dormir?
Ele estupefata por vê-lo tirando a camiseta que estava usando por baixo do blazer para colocar a outra respondeu quase babando:
- Nãããã....Nãoooo se preocupe comigo, eu tenho um sofá cama, fique tranqüilo, descanse.
Ela foi ao banheiro, lavou seu rosto, se perguntando não precisava ir para um hospício, e se tudo aquilo estava realmente acontecendo, escovou seus dentes e foi se deitar.
A noite passou, pareceu uma eternidade para Dalila, o dia finalmente chegou. Quando começou a abrir seus olhos e se deparou com um homem a encarando delicadamente. Ela assustada prontamente se sentou e com um sorriso sem graça o interrogou.
- O que você está olhando?
- Absolutamente nada, estava esperando você acordar para mandar trazer o café da manhã.
Toda mulher um dia espera uma reposta diferente para essa pergunta, como: “estou admirando o quanto você fica ainda mais linda enquanto dorme”, mas infelizmente não foi desta vez que Dalila escutou isso.
- Bem Henry, aqui nós não pedimos o café da manhã, nós fazemos em casa ou simplesmente tomamos um copo de leite, mas já que você está aqui e aposto que morrendo de fome, podemos ir à padaria buscar pão fresco.
- Eu quero ovos mexidos com bacon e suco de laranja, vamos comprar isso na padaria também.
- Bem, aqui no Brasil que fica na América Latina , caso você não se lembre, nós não comemos ovos e bacon no café da manhã, se você quiser fazer ovos mexidos pega um na geladeira e faz, eu estou indo buscar pão e mais leite na padaria porque acredito que acabou, você vai querer ir ou vai fazer seus ovos?
- Eu não sei como fazer ovos mexidos!
- Então imagino que você vai comer pão francês com requeijão, tudo á la brasileira, vaiou não querer ir comigo?
- Não eu prefiro ficar por aqui, você por acaso não tem uma escova de dente e uma toalha para me emprestar?
Foi nesse momento que Dalila perceber que provavelmente estava com aquele bafo matinal e com os dentes todos sujos e baba seca, rapidamente ela foi no banheiro e bateu a porta, fez tudo que precisava fazer em questão de higiene e saiu com uma escova de dente nova na mão e foi pegar uma toalha no armário, fingindo que Henry não estava sentado no sofá olhando cada movimento que ela dava.
Dalila entregou tudo nas mãos de Henry e foi para o quarto de trocar, ao voltar se depara com ele sentado no sofá ainda.
- O que você está esperando para ir usar o banheiro?
- Nada, estou esperando você sair para poder ter privacidade.
Não precisou que eles falassem mais nada, Dalila foi em direção da porta e somente a encostou para não deixá-lo trancado em casa.
A padaria ficava a menos de 2 quarteirões da casa dela, ela comprou 6 pães francês, requeijão, uma caixinha de leite e um bolo, ela não queria que ele passasse fome e claro que ele gostasse da cozinha brasileira.
Ela voltou sem pressa, pegou o elevador e chegou ao quinto andar, assim que abriu a porta do quarto ela se deparou com algo que ela nunca tinha imaginado que veria tão cedo na vida....

________________________________________________________

Albúm de músicas de Alice no País das Maravilhas


Caramba gente, acabei de ver na uol e no blog da Michelle (michellevieiramva.blogspot) -sobre o albúm de música do filme Alice no país das maravilhas, puts ta PERFEITO - só cantores que eu gosto, aliás amo! Avril, The American Rejects, Tokyo Hotel, Owl City, Franz Ferdinand, aquela dupla que eu falei no último post o 3OH3, Kerli... puts.. é todo mundo bom!! To indoo no Youtube agora pra conferirrr as músicas!!
Bem, acho que algumas músicas ainda não sairam, mas vamos esperar o vazamento delas, pq o albúm só sai dia 5 de março!

1. “Alice (Underground)” performed by Avril Lavigne

2. “The Poison” performed by The All-American Rejects

3. “The Technicolor Phase” performed by Owl City

4. “Her Name Is Alice” performed by Shinedown

5. “Painting Flowers” performed by All Time Low

6. “Where’s My Angel” performed by Metro Station

7. “Strange” performed by Tokio Hotel and Kerli

8. “Follow Me Down” performed by 3OH!3 featuring Neon Hitch

9. “Very Good Advice” performed by Robert Smith

10. “In Transit” performed by Mark Hoppus with Pete Wentz

11. “Welcome to Mystery” performed by Plain White T’s

12. “Tea Party” performed by Kerli

13. “The Lobster Quadrille” performed by Franz Ferdinand

14. “Running Out of Time” performed by Motion City Soundtrack

15. “Fell Down a Hole” performed by Wolfmother

16. “White Rabbit” performed by Grace Potter and the Nocturnals


Beijos e até a próxima!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Parte 3 - Uma Importante Parte da História de Dalila

Oi Galeraaa... como estão todos nessa terça-feira? E as férias, mto monótonas?? Espero que não! ;D

Bem aqui vai mais uma parte de Uma Importante Parte da História de Dalila, quem não teve a oportunidade, os posts com as outras duas partes seguem logo abaixo!

Parte 3 - Uma Importante Parte da História de Dalila

Caraca, não saber onde fica o Brasil - é foda!

- O Brasil fica na América Latina, é famoso pela cidade do Rio de Janeiro e São Paulo.

- Verdade, lembrei! Me desculpe, eu estou um pouco tonto, tinha me esquecido.

Dalila ficou mais tranqüila, por pensar que ele não era uma pessoa desprovida de alguns conhecimentos, para se falar sutilmente.

- Então, o que você vai fazer?

- Me leve para algum lugar onde eu possa descansar, e onde eu possa tomar algum remédio para melhorar minha dor.

Dava para perceber uma ponta de imposição em sua resposta, mas Dalila estava realmente preocupada com ele, ela não podia deixar um astro perdido nas ruas de São Paulo, por isso, começou a cogitar em o levar para seu apartamento, onde ela mora, desde que entrou na faculdade. Ela então se decidiu, e falou:

- Ok, vamos para o meu apartamento, depois pensamos em algum modo de você voltar para seu país.

- Então vamos, desde que não seja um incômodo pra você é claro.

- Não, você pode ficar até melhorar.

Realmente foi um ato surpreendente a preocupação de Henry sobre ser um incômodo para ela.

Ela o ajudou a se levantar mais uma vez, e estendeu o braço pra ele, para dar apoio para ele não cair. Eles se dirigiram para a saída do shopping, e Dalila já percebeu alguns olhares curiosos indo na direção dos dois. Eles apertaram o passo, e se dirigiram para o metrô, se ela fosse pagar um taxi para chegar até sua casa provavelmente perderia o dinheiro do mês. Chegaram na estação, não tinha tantas pessoas devido ao horário, eles entraram no metrô e seguiram para a estação do apartamento de Dalila. Foi realmente incômodo o silêncio entre eles, nenhum sabia o que falar, o que perguntar ou o que concluir daquela situação, e por isso optaram por bocas fechadas. Já no som do metrô, a música Espero a Minha Vez do Nx Zero começou a tocar, Dalila gostava muito das músicas desta banda e sem perceber começou a cantar, o que realmente surpreendeu Henry, pois nunca alguém tinha parado ao seu lado sem estar com o olhar congelado em sua face, e contraída ao seu lado, era tudo o que a Dalila não estava fazendo, pois estava com o olhar penetrado nas luzes do túnel do metrô, cantando descontraidamente a música.

Mal sabia ele sobre os pensamentos dela, para descobrir que Dalila estava sim pensando nele e em sua face, mas também estava meditando se tudo aquilo poderia ser verdade, o que poderia fazer para ajudá-lo a voltar para sua casa e como ela continuaria se controlando para não surtar perante aquele famoso esnobe, até que ela se perdeu em seus pensamentos, se fixando nas luzes e começando a cantar sem perceber.

Eles finalmente chegaram na estação de destino, andaram alguns quarteirões e subiram para o apartamento dela, que não era chique, era simples mas aconchegante. Era uma quitinete, um quarto, um banheiro, uma cozinha, uma sala e uma pequena lavanderia.

Eles entraram e imediatamente...

___________________________________________

Beijo para todos eaté a próxima!

=*


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Parte 2 - Uma Importante Parte da História de Dalila

Olá galeraa.. queria agradecer os comentários e as críticas construtivas que todos fizeram, foram mto úteis.

Só para esclarecer, a personagem da história foi inventada por mim, sim ela gosta de cinema como eu, mas a personagem não foi baseada na minha pessoa, foi só uma qualidade que eu coloquei nela para a história poder existir, pq que raios ela estaria fazendo no cinema sozinha se não gostasse de ir? HAuhAuHAuaHAu

Bem, aqui está a segunda parte da história, quem não teve a oportunidade de ler a primeira, segue no post logo abaixo!!

Parte 2 - Uma Importante Parte da História de Dalila

Ao chegar bem perto, ela o viu se mover, um pequeno movimento em sua mão, Dalila prontamente se ajoelhou perante seu corpo e delicadamente o moveu, para que saísse da posição de bruços e tirasse a face do piso. Seus olhos estavam fechados, ela estava temerosa de que aquele homem estivesse entre a vida e a morte devido a grande queda que havia sofrido. Com sua mão, tocou sua face e logo disse para que ele não fizesse isso, que não morresse e acordasse como se nada daquilo tivesse acontecido. Ele abriu seus olhos lentamente, parecia estar fora de si, até que fixou seus olhos naquela estranha. Dalila nunca tinha visto nada igual, aqueles seus faiscantes olhos azuis penetrando nos seus, simples olhos castanhos.
Ela imediatamente desatou a falar:
- Você está bem?
- What??
Realmente Dalila tinha se esquecido deste pequeno detalhe, ele não falava português. Ela realmente tinha imaginado que seria como nos filmes encantados, que magicamente todo mundo consegue se comunicar na mesma língua. Mas felizmente Dalila arranhava bem o inglês, e assim pode conversar com ele sem grandes problemas.
Para facilitar na leitura, a partir de agora a conversa entre eles será automaticamente traduzida por mim, a narradora. Também tenho que explicar o porque de Dalila não pedir ajuda quando aquela pessoa estava sem consciência , ela simplesmente pensou que se chamasse alguém, ele teria desaparecido nesse meio tempo e ainda pensariam que ela poderia ter um, aliás alguns parafusos faltando na cabeça.
- Você está bem?
- Não muito, minha cabeça dói. O que aconteceu?
- Você caiu da tela do cinema, acho... acho que você saiu do filme e caiu aqui nesta sala de cinema. - Desconcertada era um elogio para como Dalila aparentava no momento.
- Como isso é possível? - Falou colocando a mão na cabeça.
- Eu realmente, não tenho idéia, você simplesmente uma hora estava no filme e na outra não estava, deixa eu te ajudar a levantar.
E assim foi feito, ela deu apoio para que ele conseguisse se levantar e sentar em uma poltrona, e só nesse instante Dalila percebeu que a mocinha do filme estava falando sozinha, seu galã tinha saído do filme.
Depois de alguns minutos de silêncio Dalila pode parar para encarar quem realmente era aquele homem, seu nome era Henry Linderman, um famoso ator inglês e com fama hollywodiana. Ele tinha, se Dalila não estava enganada, seus 23 anos e era incrivelmente bonito, ao contrário do que pensava, devido as suas poucas fotos em que saia realmente bonito. Sim, ela já tinha visto e procurado muitas fotos dele, pois apesar de não ser tão lindo perante seus olhos, Dalila o achava muito charmoso. Começou a passar pela sua cabeça todas as notícias, manchetes e vídeos sobre aquele ator, todas mostrando o quanto ele era esnobe, o tanto que não gostava das fãs no seu encalce, e o quanto era desleixado. A partir deste momento ela começou a olhá-lo com outros olhos, olhos temerosos. Foi aí que disse:
- Saiba que eu não quero um autógrafo seu, que isso fique bem claro, então não precisa nem me oferecer, e muito menos uma foto, pode ter certeza que eu não sou uma daquelas crazy fãs suas e não te coloco em um pedestal, então não precisa ficar esnobando ok!
Por incrível que pareça ele simplesmente respondeu com um OK. A cara de desgosto de Dalila foi indescritível, ela sempre pensou que não era possível existir uma pessoa como ele, que todas aquelas notícias fossem verdade, que um pedaço de homem daquele era realmente esnobe.
Dalila deu as costas para aquele aparente estranho e saiu em direção a porta. Um barulho a aborda, um gemido de dor, ela se vira para perguntar o por que daquilo, e acaba falando em português, se esquecendo do inglês, novamente:
-What??
Depois de cair sua ficha, Dalila novamente pergunta o que aconteceu, e ele fala que a dor na sua cabeça estava piorando.
- O que eu posso fazer por você?
- Eu não sei, chame a minha limusine para me levar em casa.
- Bem, eu acho que isso vai ser um pouco difícil, já que estamos no Brasil, e que eu não tenho dinheiro para pagar um limosine.
- Como assim estamos no Brasil? Onde fica o Brasil?

Bem, ainda não tem mta ação... mas sugestõs para a continuação da história são bem-vindas!!

______________________________________

Bem como eu não consigo ficar sem falar de filmes por muito tempo, aqui vão algumas dicas de filmes de locadora para vcs assistirem.

BUSCA IMPLACÁVEL - Não é tão recente, mas é muito bom, muita adrenalina - pra quem assistiu Identidade Bourne e gostou, vai adorar esse! O ator principal é o Liam Nesson - ele é famoso - mas conheço ele por ter interpretado o Mestre Jedi Qui-Gon Jinn, e acabo de me surpreender - eu sabia que reconhecia aquele vozeirão de algum lugar - ele também faz a voz do Aslan do Crônicas de Nárnia.

Sinopse: Ex-soldado tem a filha raptada, e ela é forçada a entrar no mercado de escravos. O, então, pai precisa encontrar a garota antes que ela seja vendida e desapareça para sempre.

Sequestro do metrô 123 - o filme conta com John Travolta e Denzel Washington(que filme ruim que esse cara já fez? Alguém me diz?) - mta adrenalina e boa atuação. Está super indicado e acabou de chegar nas locadoras.

Sinopse: Refilmagem de "O Sequestro do Metrô", no qual quatro bandidos tomam um trêm do metrô e pedem um milhão de dólares para libertar os reféns. O título original refere-se ao horário de partida da estação Pelham: 1h23.

A Verdade Nua Crua - quem não teve a oportunidade de assistir, chegou nas locadoras!!O filme é muito bom e engraçado! No elenco temos a Katherine Heghl(izzy do grey´s anatomy) e o Gerard Butller (Leonidas 300).

sábado, 9 de janeiro de 2010

Uma Importante Parte da História de Dalila

Olá galeraa... fiquei feliz de terem gostado da história de A Menina dos Fósforos.

Hoje eu vou postar o começo de uma história que eu comecei a escrever, vejo que muitos fazem isso em seus blogs, vão postando as histórias aos poucos!! Enfim, resolvi pegar essa história minha, que faz um tempo que eu escrevi já e postar aqui!!

Espero que gostem =*

Uma Importante Parte da História de Dalila

Ela nada mais era que uma simples e pacata menina, que possuía sonhos e que na maior parte do tempo lutava por eles. Sim, Dalila Portiere tinha seus florescentes 18 anos, era consideravelmente alta, seus lindos cabelos eram castanhos, sua pele branca e seus olhos castanhos escuros como uma jabuticaba. Posso dizer, pelo que reparei até hoje, que Dalila é uma garota esperta, nunca foi de estudar com afinco, sempre esperou o último momento antes de suas provas para estudar e sempre se deu bem. Dalila também é uma daquelas pessoas alucinadas em cinema, sempre que pode, e preferencialmente sozinha, vai ao cinema, ela conhece um grande número de atores, mesmo aqueles dos quais não admira. Também adora cantar, muitas vezes me deparo com ela no banheiro cantando uma música, ou escutando algum tipo de canção no som do seu Ipod. Por hora, falo sobre as coisas que passam pela minha cabeça, mas conforme eu for contando sua história, vocês saberão cada vez mais sobre ela.

Um pacato dia de cinema, Dalila teve uma inesperada surpresa. Ela foi assistir um daqueles filmes sensações, era a primeira exibição do dia do filme, e não tinha absolutamente ninguém na sala do cinema. O filme começou, os trailers passaram como sempre, até que o filme começou. Sim, ela já tinha assistido ao filme um grande número de vezes, mas nenhuma foi como dessa vez. Um susto tomou conto de seu corpo, quando no meio do filme alguém caiu da tela, quando ele, o ator principal do filme caiu da tela, sim, uma pessoa saiu da tela do cinema. Dalila imediatamente ficou estupefata em seu lugar no centro do cinema, sem saber o que fazer. Quando recuperou o fôlego, ela levantou lentamente e se aproximou cautelosamente, até tropeçar em um pequeno degrau e cair no chão, a escuridão tomava conta do lugar, com seu joelho latejando de dor, fechou os olhos e pensou que tudo aquilo deveria ser um sonho ou um pesadelo, e que é claro que era impossível alguém sair da tela de um cinema. Ela se levantou de olhos fechados, e rapidamente de relance olhou para onde aquele corpo supostamente estaria estirado. Dalila não acreditou mais uma vez no que viu, sim, o corpo estava lá, assim como ela vira anteriormente. Ela se aproximou cautelosamente desta vez, para não cair e não perder o contato ocular com o corpo daquela pessoa.

____________________________________________________


Hoje eu assiti pela primeira vez o clipe do 3OH3, uma dupla masculina que está conquistando seu espaço agora nos EUA, a música chama STARSTRUKK com a Kety Perry.A música mais famosa deles por enquanto é Don´t trust me - mto legal por sinal!!

Bjos e até a próxima!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

A Menina dos Fósforos


Oi povão!! Hoje eu vou colar aqui uma história que eu lia mto na escola quando eu era pequena!! Aproveitando que ainda estamos na guinada do ano novo.. nada como uma história que fala sobre ele!!
Acredito que a maioria já conheça, mas quem ainda não conhece leia, é bem tocante!

A menina dos fósforos

Estava tanto frio! A neve não parava de cair e a noite aproximava-se. Aquela era a última noite de Dezembro, véspera do dia de Ano Novo. Perdida no meio do frio intenso e da escuridão, uma pobre rapariguinha seguia pela rua fora, com a cabeça descoberta e os pés descalços. É certo que ao sair de casa trazia um par de chinelos, mas não duraram muito tempo, porque eram uns chinelos que já tinham pertencido à mãe, e ficavam-lhe tão grandes, que a menina os perdeu quando teve de atravessar a rua a correr para fugir de um trem. Um dos chinelos desapareceu no meio da neve, e o outro foi apanhado por um garoto que o levou, pensando fazer dele um berço para a irmã mais nova brincar.

Por isso, a rapariguinha seguia com os pés descalços e já roxos de frio; levava no avental uma quantidade de fósforos, e estendia um maço deles a toda a gente que passava, apregoando: — Quem compra fósforos bons e baratos? — Mas o dia tinha-lhe corrido mal. Ninguém comprara os fósforos, e, portanto, ela ainda não conseguira ganhar um tostão. Sentia fome e frio, e estava com a cara pálida e as faces encovadas. Pobre rapariguinha! Os flocos de neve caíam-lhe sobre os cabelos compridos e loiros, que se encaracolavam graciosamente em volta do pescoço magrinho; mas ela nem pensava nos seus cabelos encaracolados. Através das janelas, as luzes vivas e o cheiro da carne assada chegavam à rua, porque era véspera de Ano Novo. Nisso, sim, é que ela pensava.

Sentou-se no chão e encolheu-se no canto de um portal. Sentia cada vez mais frio, mas não tinha coragem de voltar para casa, porque não vendera um único maço de fósforos, e não podia apresentar nem uma moeda, e o pai era capaz de lhe bater. E afinal, em casa também não havia calor. A família morava numa água-furtada, e o vento metia-se pelos buracos das telhas, apesar de terem tapado com farrapos e palha as fendas maiores. Tinha as mãos quase paralisadas com o frio. Ah, como o calorzinho de um fósforo aceso lhe faria bem! Se ela tirasse um, um só, do maço, e o acendesse na parede para aquecer os dedos! Pegou num fósforo e: Fcht!, a chama espirrou e o fósforo começou a arder! Parecia a chama quente e viva de uma candeia, quando a menina a tapou com a mão. Mas, que luz era aquela? A menina julgou que estava sentada em frente de um fogão de sala cheio de ferros rendilhados, com um guarda-fogo de cobre reluzente. O lume ardia com uma chama tão intensa, e dava um calor tão bom! Mas, o que se passava? A menina estendia já os pés para se aquecer, quando a chama se apagou e o fogão desapareceu. E viu que estava sentada sobre a neve, com a ponta do fósforo queimado na mão.

Riscou outro fósforo, que se acendeu e brilhou, e o lugar em que a luz batia na parede tornou-se transparente como tule. E a rapariguinha viu o interior de uma sala de jantar onde a mesa estava coberta por uma toalha branca, resplandecente de loiças finas, e mesmo no meio da mesa havia um ganso assado, com recheio de ameixas e puré de batata, que fumegava, espalhando um cheiro apetitoso. Mas, que surpresa e que alegria! De repente, o ganso saltou da travessa e rolou para o chão, com o garfo e a faca espetados nas costas, até junto da rapariguinha. O fósforo apagou-se, e a pobre menina só viu na sua frente a parede negra e fria.

E acendeu um terceiro fósforo. Imediatamente se encontrou ajoelhada debaixo de uma enorme árvore de Natal. Era ainda maior e mais rica do que outra que tinha visto no último Natal, através da porta envidraçada, em casa de um rico comerciante. Milhares de velinhas ardiam nos ramos verdes, e figuras de todas as cores, como as que enfeitam as montras das lojas, pareciam sorrir para ela. A menina levantou ambas as mãos para a árvore, mas o fósforo apagou-se, e todas as velas de Natal começaram a subir, a subir, e ela percebeu então que eram apenas as estrelas a brilhar no céu. Uma estrela maior do que as outras desceu em direcção à terra, deixando atrás de si um comprido rasto de luz.

«Foi alguém que morreu», pensou para consigo a menina; porque a avó, a única pessoa que tinha sido boa para ela, mas que já não era viva, dizia-lhe muita vez: «Quando vires uma estrela cadente, é uma alma que vai a caminho do céu.»

Esfregou ainda mais outro fósforo na parede: fez-se uma grande luz, e no meio apareceu a avó, de pé, com uma expressão muito suave, cheia de felicidade!

— Avó! — gritou a menina — leva-me contigo! Quando este fósforo se apagar, eu sei que já não estarás aqui. Vais desaparecer como o fogão de sala, como o ganso assado, e como a árvore de Natal, tão linda.

Riscou imediatamente o punhado de fósforos que restava daquele maço, porque queria que a avó continuasse junto dela, e os fósforos espalharam em redor uma luz tão brilhante como se fosse dia. Nunca a avó lhe parecera tão alta nem tão bonita. Tomou a neta nos braços e, soltando os pés da terra, no meio daquele resplendor, voaram ambas tão alto, tão alto, que já não podiam sentir frio, nem fome, nem desgostos, porque tinham chegado ao reino de Deus.

Mas ali, naquele canto, junto do portal, quando rompeu a manhã gelada, estava caída uma rapariguinha, com as faces roxas, um sorriso nos lábios… mor ta de frio, na última noite do ano. O dia de Ano Novo nasceu, indiferente ao pequenino cadáver, que ainda tinha no regaço um punhado de fósforos. — Coitadinha, parece que tentou aquecer-se! — exclamou alguém. Mas nunca ninguém soube quantas coisas lindas a menina viu à luz dos fósforos, nem o brilho com que entrou, na companhia da avó, no Ano Novo.

Hans Christian Andersen
Os melhores contos de Andersen